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Os livros como companhia

Um blogue sobre livros, leituras, opiniões sinceras e isentas de interesses.

Os livros como companhia

Um blogue sobre livros, leituras, opiniões sinceras e isentas de interesses.

Alex Dahl; O Rapaz à porta Um livro cuja narrativa é-nos dado por três personagens, a Cecília, o Tobias, e a Annika. Contudo, com com o desenrolar da história, fui começando a ficar desiludida e perdida, tal como a Cecília, e o final, foi do mais decepcionante e sem sentido, pelo menos para mim. 
Carol Rossetti; Mulheres   Só tenho uma coisa a dizer. Leiam por favor este livro. Não, melhor, façam aquela leitura para contar páginas, e depois quando terminarem, voltem ao princípio, é um livro humano, real, sem preconceitos, onde o conceito de Respeito nos faz pensar e repensar nas nossas ideias, e muitas vezes atitudes.     
Miguel Sousa Tavares; Equador Este livro, já tinha estado com ele na mão para o comprar, mas um fim de semana destes, andava a arrumar as estantes da vizinha, e ela perguntou-me entre outros livros se já o tinha lido, respondi que não, e ela imperdoável. E não é que é mesmo, acho que todos deveríamos ler este livro, é além de um relato fascinante sobre um ser, o Luís Bernardo, é também uma lição de história, da nossa história.  É daqueles livros, que nos absorvem, (...)
Vina Jackson; 80 dias, a cor do desejo Livro romance e daqueles bem fraquinhos, li-o em horas. Gostei do ambiente musical, e citadino, onde se desenrola a história.   
Jill Mansell; Três coisas incríveis sobre ti. Há uma autora que me consegue por a sorrir, a chorar, nervosa, um misto de emoções, com personagens divertidas, e situações hilariantes, outras não tanto assim. Hollie tem um uma doença grave,  tem um segredo, e um blogue sobre aconselhamento amoroso...Flo tem de cuidar de um gato, que é dono de um apartamento. Thasha tem um namorado que é um aventureiro, e quando com tantas personagens achas que vais perder o fio da história, (...)
Alex Dahl; O Rapaz à porta Um livro cuja narrativa é-nos dado por três personagens, a Cecília, o Tobias, e a Annika. Contudo, com com o desenrolar da história, fui começando a ficar desiludida e perdida, tal como a Cecília, e o final, foi do mais decepcionante e sem sentido, pelo menos para mim. 
David Langercrantz; A rapariga que viveu duas vezes. (Série Millennium livro 6) Este livro foi o que talvez me pareceu mais próximo do autor original Stieg Larsson, talvez por termos mais centralizada e concentrada na história de Lisbeth e aparecerem "velhos" personagens, que não apareceram, ou pouco aparecem nos livros 4 e 5,  tão bom ver  a minha heroína favorita, adoro esta personagem.  Mikael Blomkvist, que triste cena e o que me fizeste sofrer, não tinhas já aprendido no (...)
  Este mês é definitivamente o mês, novos autores, e capas....este ano as capas deixam-se empolgada. Com duas histórias de bombeiros, também a minha estreia, nunca li nada sobre estes heróis tantas vezes esquecidos.  Jake e Erin amigos de infância, sempre suspiram um pelo outro, mas a veia aventureira de Erin, levou-a a querer viver longe da "sufocante" família e do seu amor de infância. Quando regressa para tratar da mãe, descobre que o verdadeiro lar e o amor, estão ali (...)
A minha estreia com Rodrigues Guedes de Carvalho. Mas sei de certeza que não fico por aqui.  Uma história intensa, rotineira, humana e envolvente, com uma escrita e maneira de escrever diferente, mas que nos envolve de tal maneira que li-o em menos de um dia. E acabei a chorar, porque existem tantas Marianas, Salvadores, Antónios, Pais,  irmãos, amigos, e vidas assim, que apenas existem, e acabam por ser como uma casa, vazia e quieta.  
Um livro de uma verdadeira aventureira, e de um espião. Poppy e Andrew conhecem-se no navio Infinity, porque Poppy "meteu o pé onde não devia", e para salvar os seus segredos Andrew, transporta-a consigo numa viagem até Lisboa, do século XVIII.  Durante a travessia ocorrem muitas conversas entre os personagens, que se vão conhecendo e apaixonando.  Adorei este livro, esta autora é sempre uma verdadeira fonte de inesgotável prazer de leitura, quando acho que ela não pode fazer (...)